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MURAL DO TUBA FÍSICA

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29 maio 2009

Estudantes já podem pedir isenção da taxa do PASES 2010

A informação abaixo é do site maranhense Badauê Online.

O estudante que cumprir os critérios para isenção da taxa de inscrição no Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (PAES) 2010, da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), já pode enviar o requerimento de isenção. O prazo para envio da solicitação começou na última segunda-feira, 25, e se estenderá até o dia 19 de junho.

Para solicitar a isenção, o interessado deverá acessar o site http://www.vestibular.uema.br/ e preencher (no próprio site) o formulário de solicitação que está disponível. Após essa etapa, o requerente deve imprimir ou anotar o número de sua solicitação, para anexar aos documentos.

Em seguida, deve juntar os comprovantes necessários e se dirigir aos locais indicados. Para se inscrever é necessário ter em mãos o certificado de conclusão do Ensino Médio até 2009 (original ou xerox) e a solicitação de isenção impressa, além dos demais documentos solicitados abaixo.

Para conseguir a taxa de isenção é necessário estar dentro de um desses critérios:
* Ter sido aluno de escola pública estadual nos últimos 5 anos, ou;
* Ser declaradamente pobre - levando comprovante de renda familiar per capita igual ou inferior a R$70,00/mês (setenta reais por mês). Conta de energia elétrica da residência familiar referente ao mês de março, abril ou maio de 2009, ou;
* Ser funcionário da Uema ou seu dependente legal, ou;
* Ser participante de programa oficial promovido pelo Poder Público (Vestibular da Cidadania)

São documentos obrigatórios:
1 - Aos declaradamente pobres:
* Renda familiar março, abril ou maio (original ou xerox) ou comprovante de conta de energia elétrica da residência familiar (que deve ser menor ou igual a 100 Kw/h).

2 - Aos funcionários ou dependentes de funcionários:
* Contracheque da Uema
* Comprovante de dependência

3 - Aos participantes do Vestibular da Cidadania
* Comprovação de participação no programa.

Em São Luís, a inscrição pode ser feita no Campus da Uema (prédio do Cecen); na C.E. 29 de Outubro (Cidade Operária); C.E.M. Cidade de São Luís (Cohab Anil); Liceu Maranhense (Centro) e Complexo Educacional Edison Lobão (Centro). Nas demais cidades, os Centros de Estudos Superiores da Uema receberão as inscrições.
A lista de isentos para o PAES 2010 estará disponível dia 10 de julho. A Universidade não irá aceitar solicitação de isenção via postal, fax ou correio eletrônico.

OBRAS LITERÁRIAS - Além disso, a Prog está divulgando as obras literárias de leitura obrigatória do Paes 2010, que constarão das provas de filosofia, de língua portuguesa, de literatura brasileira e de produção textual. São elas: DISCURSO SOBRE A ORIGEM E OS FUNDAMENTOS DA DESIGUALDADE ENTRE OS HOMENS, de Jean J. Rousseau; SONETOS, de Cláudio Manuel Costa; BOM CRIOULO, de Adolfo Caminha; e OS SERTÕES, de Euclides da Cunha.

Link para o edital de isenção da taxa do PASES 2010: http://asp.uema.br/paes2008/arquivos/2010/Edital70_2009prog.pdf
(Observação: para conseguir visualizar o edital, deve ter instalado no seu computador um leitor de arquivos pdf, extremamente comum hoje em dia.)

TUBA DIZ: o site da Uema nem sempre funciona corretamente. Por isso, talvez você tenha de tentar mais de uma vez para operar ou consultar algo nele.

24 maio 2009

Construindo uma escala termométrica

Na construção de uma escala termométrica, é comum utilizarmos dois pontos fixos que, geralmente ou historicamente, são os pontos de fusão do gelo e o ponto de ebulição da água, ambos à pressão atmosférica normal.

Numa atividade em sala de aula, cada aluno da segunda série construiu sua escala termométrica, atribuindo valores numéricos para a temperatura de cada ponto fixo. Em seguida, fizeram uma comparação entre a escala Celsius e a escala criada por eles, estabelecendo a relação entre elas.

Foram seguidos os seguintes passos na resolução da atividade:

1. Determine o nome da sua escala. A escala Celsius leva o sobrenome do sueco Anders Celsius; já a escala Fahrenheit foi criada pelo físico alemão Daniel Fahrenheit. Então, recomenda-se que você use um dos seus sobrenomes (se tiver mais de um) para dar nome a sua escala. Evite usar sobrenomes começando com C, com F ou com K, pra não confundir com as escalas existentes. Como exemplo, eu criarei a escala Mendes e a unidade tem o símbolo ºM.

2. Escolha um valor entre 10 e 60 (com exceção de 32) para ser o ponto de fusão do gelo (primeiro ponto fixo) na sua escala.

3. Para facilitar os cálculos dos próximos passos, determine para o ponto de ebulição da água (segundo ponto fixo) o valor dado pela soma de 200 mais o valor escolhido para o ponto de fusão do gelo. Por exemplo, se para o ponto de fusão eu escolher o valor 32, então o ponto de ebulição da água, na minha escala, será 200 + 32, ou seja, 232 º(letra do símbolo da minha unidade, no meu caso é M), 232ºM.

4. Determinado os valores dos pontos fixos, reproduza o desenho abaixo, que mostra a comparação entre a escala Celsius e a sua escala. Insira os valores do ponto de fusão do gelo (Y) e de ebulição da água (Z) na sua escala da direita. X é a inicial do nome da sua escala.


5. Na escala Celsius, os valores numéricos para os dois pontos fixos são 0 ºC e 100 ºC, e na sua escala são Y e Z. Se um termômetro graduado na escala Celsius indica a temperatura Tc, um graduado na sua escala indica o valor Tx para a mesma temperatura. Como os pontos fixos são os mesmos, essas escalas podem ser relacionadas pela expressão:

Usando esta expressão, você pode estabelecer a relação entre a escala Celsius e a sua escala. Como exemplo, vou determinar a relação entre a escala Celsius e a minha escala Mendes. O valor Y (ponto de fusão do gelo) eu escolhi como 32 ºM e o valor Z (ponto de ebulição da água) eu determinei como sendo 232 ºM. Substituindo os valores na expressão acima e calculando


Esta é a expressão que devo utilizar para converter um valor de temperatura da escala Celsius para a escala Mendes.
Se a temperatura em São Luís está 30 ºC, então na escala Mendes essa temperatura é de 2 x 30 + 32 = 92 ºM. Portanto 30 ºC corresponde a 92 ºM.
Agora faça o mesmo com a sua escala termométrica. Depois divulgue seu invento, ganhe dinheiro e fique rico!

Voando pelo Brasil com um avião da TAM

Os alunos da primeira série fizeram uma viagem “virtual” entre duas capitais brasileiras com um avião da TAM. Usando a definição de velocidade média, fizeram uma estimativa do tempo de viagem entre as duas capitais, supondo que o avião manteve, do início ao fim, a velocidade de cruzeiro determinada na sua ficha técnica.

Foram seguidos os seguintes passos para a resolução da atividade:

1. Vá ao site TAM Relações com Investidores: http://tam.riweb.com.br/ e clique em Perfil – Frota. Em Frota Atual, há vários modelos de aviões utilizados pela TAM atualmente. Escolha um dos aviões para fazer a “viagem”. Anote o modelo escolhido e a velocidade de cruzeiro do avião, que consta na Ficha Técnica.
Modelo: __________________________
Velocidade de cruzeiro: _______ km/h

2. Escolha, no mapa do Brasil, duas capitais brasileiras para viajar de uma para a outra. Você pode pesquisar na Internet um mapa do Brasil ou clique aqui para acessar o mapa do Guia Geográfico Brasil (tenha cuidado para escolher apenas capitais. Observe a legenda do mapa).
Capital de origem: _________________________
Capital de destino: _________________________

3. Verifique a distância aérea entre as duas capitais brasileiras escolhidas. Você, novamente, pode pesquisar em uma ferramenta de busca na Internet ou pode seguir a dica do Tuba, acessando o site da ITATRANS: http://www.itatrans.com.br/distancia.html. A tabela apresenta distâncias aéreas e distâncias terrestres. Você deve escolher a primeira, seguindo as orientações no cabeçalho da tabela. Anote o valor encontrado:
Distância aérea entre as capitais: _________ km

4. A pergunta agora é: desconsiderando os pousos e decolagens, quanto tempo o avião escolhido por você, viajando com a sua respectiva velocidade de cruzeiro, levaria para percorrer a distância entre as duas capitais que você escolheu? Dê o resultado do tempo de viagem no formato de horas e minutos. Lembre-se que, para um movimento uniforme, a velocidade constante é igual à distância percorrida pelo tempo decorrido (leia o post anterior sobre movimento uniforme).

Neste cálculo, não estamos levando em conta o tempo de pouso e de decolagem, porque senão os cálculos se tornariam mais complicados. O problema é que isto afeta um pouco o valor estimado, resultando em um tempo menor do que o real.

A velocidade de cruzeiro pode ser atingida na etapa do vôo de uma aeronave compreendida entre o final da subida e o início da sua descida, ao aeroporto de destino. O vôo em cruzeiro é um vôo reto e nivelado, caracterizado pela altitude e a velocidade nos quais a aeronave tem a maior relação entre sustentação (força que mantém o avião no ar) e arrasto (força que a tração dos motores tem que vencer).

23 maio 2009

Dicas para a prova - Primeira Série

Movimento e Repouso

Em conceitos básicos de cinemática, o mais importante é saber que os conceitos de movimento, repouso e trajetória são relativos. O que isso quer dizer?

Observando os corpos à nossa volta, podemos ter intuitivamente uma idéia do que são movimento e repouso. Mas esses dois conceitos (movimento e repouso) são relativos. Por exemplo: se você estiver sentado na sala de aula, você pode estar em repouso em relação às paredes da sala ou em relação à Terra; entretanto, em relação ao Sol, você é um viajante espacial.

Dizemos, então, que você está em repouso em relação à Terra (tomando-se como referencial a Terra). Porém, você está em movimento em relação ao Sol (tomando-se como referencial o Sol).
Para ser possível descrever o movimento de um corpo, também é necessário saber dizer onde ele está, ou seja, conhecer sua posição, que sempre é dada em relação a algum outro corpo denominado referencial.

REFERENCIAL, então, é um corpo (ou conjunto de corpos) em relação ao qual são definidas as posições de outros corpos.

Trajetória

A trajetória de um corpo é definida como o caminho percorrido pelo corpo em seu movimento em relação a um dado referencial.

A trajetória também é um conceito relativo, pois depende do referencial. Por exemplo, imagine um avião em movimento horizontal, com velocidade constante, num local onde os efeitos do ar são desprezíveis. Imagine agora que este avião solte uma bomba, como na figura a abaixo:


Para o referencial (um observador) dentro do avião, a trajetória da bomba será um segmento de reta vertical (trajetória retilínea). Já para o referencial (um observador) parado na Terra, a trajetória da bomba será um arco de parábola (trajetória parabólica).

Movimento Uniforme

No movimento uniforme, a velocidade é constante. Neste caso, a velocidade é igual à variação da posição do corpo pelo intervalo de tempo ou igual à distância percorrida pelo corpo pelo tempo decorrido da viagem. Matematicamente temos:


ou

Se isolarmos d, obtemos a relação


Se isolarmos t, obtemos


Use a relação (2) quando for dada a distância e o tempo, a relação (3) quando for dada a velocidade e o tempo e a relação (4) quando for dada a distância e a velocidade.

Dê uma olhada nos exercícios resolvidos do livro no post G3 abaixo.

Dicas para a prova - Segunda Série

Calor, temperatura e equilíbrio térmico


Um dos pontos principais para a prova é o aluno saber diferenciar calor de temperatura. Também é importante saber o que é o estado de equilíbrio térmico.

Quando um corpo com temperatura mais alta está em contato com um corpo com temperatura mais baixa, percebemos que a temperatura do primeiro diminui e a do segundo aumenta. O que ocorre é a transferência de energia térmica de um para o outro. O calor é a energia térmica em trânsito. Em outras palavras, o fluxo de energia que ocorre do corpo mais quente para o corpo mais frio denomina-se calor.

Nos dois corpos em contato, a transferência de calor cessa quando os dois corpos atingem a mesma temperatura, alcançando o estado de equilíbrio térmico.

As noções de quente e frio estão relacionadas à agitação das moléculas do corpo. O movimento das moléculas de um corpo é tanto maior quanto mais quente o corpo fica. A agitação das moléculas e dos átomos de um corpo é denominada agitação térmica. O corpo possui, então, microscopicamente, energia cinética (energia do movimento), devido à agitação de átomos e moléculas. Por isso, a energia térmica nada mais é do que um tipo de energia cinética.

A temperatura é uma grandeza que permite avaliar o grau de agitação térmica das moléculas de um corpo. Quanto maior a agitação térmica das moléculas, maior a temperatura do corpo.


Escalas termométricas

As mais comuns são as escalas Celsius, Fahrenheit e Kelvin. Na escala Celsius, foi convencionado que o ponto de fusão do gelo teria o valor de 0 ºC e o ponto de ebulição da água, o valor de 100 ºC. Na escala Fahrenheit, o ponto de fusão do gelo é 32 ºF e o ponto de ebulição da água é 212 ºF. Isto é inteiramente arbitrário.
Para converter uma temperatura da escala Celsius (TC) na escala Fahrenheit (TF) usa-se a seguinte expressão:


Zero absoluto e escala Kelvin

Verifica-se que quanto maior é a temperatura de um corpo, maior é a energia cinética das suas moléculas. Da mesma forma, quando a temperatura de um corpo diminui, a agitação de suas moléculas torna-se menor e o zero absoluto corresponderia a uma situação de energia cinética mínima dos átomos e moléculas do corpo.

O zero absoluto, então, é a menor temperatura possível no Universo, que na escala Celsius tem o vaor de -273 ºC (mais precisamente -273,15 ºC).

A escala Kelvin é também denominada escala absoluta porque não tem valores negativos. O zero dessa escala foi determinado para que correspondesse ao zero absoluto. O ponto de fusão do gelo na escala Kelvin é 273 K e o ponto de ebulição da água nessa escala é 373 K.
Para converter uma temperatura da escala Celsius (TC) na escala Kelvin (T) usa-se a seguinte expressão:


Veja, na figura abaixo, a comparação entre as três escalas de temperatura:

Respostas e resoluções de exercícios do livro

Como prometido e, com um certo atraso, lá vão as respostas e resoluções de exercícios e problemas sugeridos do livro. Foram resolvidos os mais difíceis apenas:

Para os exercícios do livro da Primeira Série clique aqui.
Para os exercícios do livro da Segunda Série clique aqui.

22 maio 2009

Consumo de energia elétrica de uma residência

Podemos estimar o consumo de energia elétrica de uma casa considerando as principais fontes desse consumo. Pedi aos alunos da Terceira Série que construíssem uma tabela mostrando a potência e o tempo de uso diário de 5 aparelhos domésticos. Pense na situação em que apenas os aparelhos que constam da sua tabela fossem utilizados diariamente da mesma forma na sua casa.

Na tabela, com cinco colunas, deve constar, na seqüência, o tipo de aparelho, a sua potência média em W (Watt), a potência convertida em KW (quilowatt), o tempo de uso diário de cada aparelho em horas e a energia média consumida pelo aparelho. Use a tabela abaixo como modelo:

Para escolher os aparelhos e verificar a potência média de cada um deles, clique aqui ou acesse o espaço do Tuba no Slideshare clicando neste link. Escolha os aparelhos, anotando o nome e a respectiva potência média em watts dadas na segunda coluna. Ignore as demais colunas da lista.

Preenchida as duas primeiras colunas da sua tabela, converta os valores das potências médias de watts para quilowatts (kW), simplesmente dividindo por 1000 (pois 1kW = 1000 W). Insira os valores calculados na terceira coluna (Potência média em KW). Estime o tempo de uso diário de cada aparelho em horas e anote na quarta coluna. Observe que você está estimando o tempo que cada aparelho permanece ligado por dia em média. Pense assim: se você tivesse tal aparelho em casa, quantas horas por dia ele costuma ficar ligado ou quantas horas você deixaria ele ligado por dia?
Na quinta coluna, calcule o consumo de energia diário de cada aparelho em kWh (quilowatt-hora). A energia elétrica (E) consumida por um aparelho é igual à potência (P) desse aparelho multiplicada pelo seu tempo (t) de uso (E = P . t). Portanto, basta multiplicar cada valor da terceira coluna (Potência média em kW) pelo valor da quarta coluna (Tempo de uso diário em horas).
Em seguida, some os valores da quinta coluna para obter o consumo de energia diário de todos os 5 aparelhos (este será o consumo de energia total por dia).
Supondo que o mês tenha 30 dias, multiplique o consumo de energia total por dia por 30, obtendo o consumo de energia total por mês. Supondo que o custo de 1 KWh é de R$ 0,40, quanto, aproximadamente, seria o consumo de energia elétrica mensal, em reais, da sua casa? Em outras palavras, qual será o valor da conta?

19 maio 2009

Quem precisa de geladeira?

O inverno na cidadezinha de Oymyakon é tão rigoroso que o gelo se instala até mesmo dentro das casas. Pudera: nesse trecho da República de Yakutia, num vale no leste da Sibéria, as temperaturas médias na estação giram em torno de -50 ºC e podem descer a -70 ºC. O curioso é que Oymyakon é também um dos lugares mais quentes do planeta - no verão, seus termômetros chegam a 42 ºC.


O inverno, porém, é mais longo que o verão e quem vive na cidade ou nas redondezas tem de enfrentar o gelo durante sete meses do ano. Fazer um motor pegar dá tanto trabalho que, quando param em hotéis de beira de estrada, os motoristas de caminhão costumam mantê-los funcionando a noite toda. Sob tais condições, os veículos duram apenas dois a três anos.
Apesar das temperaturas extremas, a região de Oymyakon tem belezas naturais ímpares: montanhas de cume nevado, vales, rios e uma vida selvagem exuberante (é habitada por aves de grande porte, ursos, leões-marinhos e alces). Mas isso não tem sido suficiente para convencer os turistas a conhecer o lugar. Em média, a região recebe apenas 10 visitantes por ano, o menor índice em toda a Ásia.

Fonte: Revista Superinteressante

Análise de Dados – Gráficos – Calor Específico

O seguinte problema foi resolvido em sala de aula. Aqui no blog lanço um “olhar digital” sobre ele:
O gráfico abaixo representa a temperatura de um corpo de massa 100 g, em função do calor recebido. Calcule o calor específico desse material.


Quer ver um passo a passo da resolução desse problema? Então clique aqui.

Na página que se abrirá, no espaço do Tuba Física no Slideshare, se quiser fazer download do arquivo, clique em Get File.

17 maio 2009

Movimento uniforme de um carrinho


Os alunos da Turma 102 filmaram o movimento de um carrinho com velocidade aproximadamente constante (simulando uma velocidade constante), sendo puxado por uma linha de costura ao longo de uma trajetória retilínea desenhada em cartolina. As posições na trajetória foram marcadas em centímetros, de 10 em 10. Começando de 0 cm (o marco zero ou origem das posições da nossa mini-rodovia) até 100 cm.


O vídeo abaixo mostra uma das simulações, na qual o carrinho parte da posição inicial 10 cm e encerra o movimento na posição final 100 cm. Qual, então, a variação da posição do carrinho, sabendo que a variação da posição é igual a posição final menos a posição inicial?


Qual o intervalo de tempo, observando que o cronômetro inicia do zero, instante inicial igual a zero, e o carrinho alcança a posição 100 cm no instante final 7,907 s? O intervalo de tempo é o instante final menos o instante inicial.


De posse da variação da posição, que nada mais é do que a distância percorrida pelo carrinho, e do intervalo de tempo, calcule a velocidade do carrinho nessa simulação, lembrando que, para um movimento uniforme, a velocidade é igual a variação da posição pela variação do tempo.


15 maio 2009

Temperaturas máximas e mínimas do corpo humano

Qual é o nível máximo e o mínimo que a temperatura do corpo pode atingir?

O corpo humano não agüenta grandes variações em sua temperatura interna. Aos 42 ºC, apenas 5 ºC acima do normal, as proteínas começam a cozinhar e todo o organismo entra em pane. Já o frio faz o metabolismo diminuir, mas não é tão fatal quanto o calor. O termômetro precisa descer até 20 ºC para acontecer uma parada cardíaca irreversível. Mas bem antes desses limites extremos o corpo já começa a reagir. "Com 40 ºC começa a chamada hipertermia (excesso de calor) e com 35 ºC a hipotermia (falta de calor)", diz o fisioterapeuta Sérgio Cravo, da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). Para evitar variações abruptas, o corpo dispõe de uma série de mecanismos para manter a temperatura interna constante, independentemente do clima. Para conter o calor, o principal mecanismo é a transpiração. O suor diminui a temperatura porque, para evaporar, ele retira calor da pele, refrescando-a.


Em ambientes úmidos, a transpiração evapora com mais dificuldade, por isso sentimos mais as temperaturas elevadas. Para enfrentar o frio, um dos truques do organismo é fazer a pessoa tremer, o que ajuda a produzir calor internamente. Mas é claro que em situações extremas esses mecanismos não funcionam. No livro A Vida no Limite - A Ciência da Sobrevivência, a fisiologista britânica Frances Ashcroft fala sobre a reação do corpo às temperaturas ambientais limites. Segundo ela, a marca de -29 ºC, que seria suportável com roupa apropriada, pode se tornar fatal se somada a um vento de 40 km/h, o que produziria uma sensação térmica equivalente a -66 ºC, o suficiente para congelar a carne em 30 segundos. Já no calor, o recorde de sobrevivência é de 20 minutos a 127 ºC, em ar seco.

No final das contas, a capacidade de resistência do corpo humano depende da temperatura externa, da umidade, do vento, do tempo de exposição ao meio ambiente e até do fato de a pessoa estar imersa na água. Como a água resfria rápido, basta alguém ficar imerso a cerca de 20 ºC para correr o risco de morrer.

Da febre ao calafrio
Organismo resiste mais à queda do que ao aumento da temperatura interna

42 ºC - O corpo está literalmente perto de cozinhar e o funcionamento dos órgãos e todo o metabolismo é afetado. A pessoa pode entrar em coma. A essa temperatura, não há mais garantias de que a vida possa ser salva.

40 ºC - Aqui começa a hipertermia (excesso de calor). A perda de líquido e sais minerais causa tontura, náusea e vômito, confusão e perda de consciência. Nesse ponto, a pessoa pode até parar de suar, sinal de que está desidratada.

38 ºC - Em estado febril, a pessoa começa a suar muito, sentir espasmos musculares e exaustão. O pulso fica fraco e podem ocorrer desmaios. A recomendação é evitar o sol, jogar água fria no corpo e tomar bebida gelada não alcoólica.

36,5 a 37,5 ºC - Temperatura normal do corpo

35 ºC - Aqui começa a hipotermia, ou perda excessiva de calor. A pessoa sente calafrios, cansaço, apatia e perde um pouco de coordenação motora. O raciocínio fica lento e a capacidade de julgamento é afetada - a pessoa pode não cooperar com quem tenta ajudá-la

30 ºC - Neste patamar, o fluxo sanguíneo no cérebro diminui, causando confusão mental e problemas de raciocínio. A freqüência cardíaca pode chegar ao ritmo de apenas um ou dois batimentos por minuto, situação em que a pessoa parece estar morta

20 ºC - Conforme a temperatura corporal abaixa, o metabolismo diminui cada vez mais, até que o coração pára e a atividade cerebral cessa completamente. Um corpo com temperatura interna de 20 ºC não pode viver mais

Fonte: Revista Mundo Estranho





Por que a febre aumenta ao anoitecer?
Não há provas de que isso realmente ocorra. Acontece que, com ou sem febre, a temperatura do corpo oscila naturalmente e, no final da tarde, costuma-se perceber um aumento nessa temperatura - mas a ciência ainda não descobriu por quê. "Uma hipótese é de que as contrações musculares exercidas durante o dia mantenham nosso corpo mais quente, atingindo temperatura mais alta ao entardecer. Já o estado de relaxamento muscular em que acordamos de manhã teria efeito contrário", afirma o clínico geral Zyun Masuda, de São Paulo. Se a pessoa estiver com febre, outro fator pode ajudar a aumentá-la. "Existe a possibilidade de que isso se deva a uma baixa natural na ação do cortisona. Esse hormônio é liberado nas primeiras horas da madrugada e nos ajuda a permanecer ativos durante o dia. Mas, com o passar do tempo, o organismo vai ficando mais lento e, com isso, a febre pode subir", diz outro clínico geral, Arnaldo Litchenstein, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Fonte: Revista Mundo Estranho

PROFº TUBA DIZ: a temperatura do gato varia entre 38 ºC e 39 ºC, segundo os veterinários.
Medi a temperatura do meu gato, o Helri (foto ao lado), e o valor obtido, realmente, ficou nessa faixa. Mais precisamente: 38,2 ºC.
De acordo com os veterinários, a maneira ideal de medir a temperatura do gato é introduzir um termômetro adequado no ânus do animal, até 2,5 cm de profundidade.
Bem! Não foi o que eu fiz, CLARO!
Usei um termômetro de laboratório nas "axilas" do felino. Pronto! Já basta!

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